A estabilidade não é a imobilidade, mas a mobilidade na mesma rota.
A tradição é a estabilidade móvel na mesma rota.
Plinio Corrêa de Oliveira, (15/09/1987)
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O substrato mais profundo da retidão de alma é o gosto de admirar.
O homem que passa a vida procurando admirar, amar e servir a virtude e a santidade encontra nisto o seu prazer e a sua alegria. Assim, ele sente mais deleite em estar [...]
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No momento em que São Miguel exclamou “Quis ut Deus!” e uma grande luta se fez no céu, ele revelou algo da natureza angélica que sem esse lance combativo não se perceberia bem.
A combatividade não é uma simples confissão de fé, o que a [...]
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O Mosteiro da Luz! Não sei se percebem a dignidade desse prédio! Ela fica mais em realce à noite do que durante o dia.
Vejam a segurança de si: ele é ele, mude em volta o que mudar, ele é ele, não se importa com [...]
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O progresso, propriamente dito, apareceu com a Civilização Católica.
Foi uma mobilidade, uma elasticidade, uma vitalidade que a sociedade humana tomou batizando-se, e que lhe deu exatamente a possibilidade de modificação que nós notamos na melhor parte da História católica.
A sucessão deve ser feita de [...]
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O código perfeito da conduta humana está nos dez mandamentos da lei de Deus.
Plinio Corrêa de Oliveira, Folha de São Paulo, 05.04.70
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A coragem é pacífica. O homem corajoso tem paz porque resolveu correr o risco e, portanto, enfrenta o perigo movido pela deliberação que tomou.
A coragem supõe uma luta contínua contra o medo. Porque o corajoso não é aquele que não tem medo. Quem não [...]
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As palavras têm uma certa vida, não necessariamente colada ao sentido delas.
Têm uma certa sonoridade por onde elas musicalmente dizem algo que coincide com o sentido que elas têm.
Plinio Corrêa de Oliveira, 28/05/1988
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Cada desdém que recebemos, cada injúria, cada desatenção será, como que, uma condecoração a mais que levaremos ao Céu.
Será um grau de luzimento a mais que carregaremos.
Plinio Corrêa de Oliveira, 7-9-83
Nós não devemos fugir do sofrimento como de um espantalho ou de um fantasma.
Devemos [...]
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O mal que a Renascença pagã fez às almas foi difundir pela arte um estado de espírito impalpável, mas contagioso, capaz de contradizer, discretamente, todas as ideias da Igreja sobre perfeição moral.
Plinio Corrêa de Oliveira, in “Catolicismo” – janeiro de 1957
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