Desde cedo Nossa Senhora me concedeu a graça de perceber que a fé católica era o maior valor da Terra, mais precioso que a luz dos meus olhos, mais inestimável que os meus dias, mais rico do que tudo.
E que, portanto, viver era viver [...]
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Todo homem é grande, desde que seja fiel.
Não há coisa que se pague com um preço mais caro do que a grandeza! E ela não seria grandeza se fosse possível a ter sem ser um crucificado, pois grande não é o que tem grandes [...]
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Temos diante de nós uma coisa linda, mais bonita do que o mar, do que as estrelas, do que as montanhas, mais bonita do que os rios e as florestas: temos diante de nós a luta do dia a dia!
O verdadeiro apóstolo é o [...]
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Quem quisesse ver a Igreja compendiada ou espelhada cabalmente no coração de qualquer de seus Santos, Doutores ou Pontífices, erraria. Ela não se deixa conter em nenhuma das múltiplas manifestações de sua fecundidade sobrenatural.
Seu espírito não está só no recolhimento dos anacoretas, na sabedoria [...]
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A esperança é uma saudade do futuro e tem o seu melhor mérito não quando afluem as notícias capazes de nos entusiasmar, mas quando afluem as notícias capazes de nos tirar a esperança
Plinio Corrêa de Oliveira, 7-9-83
Esperar com uma esperança virginalmente intacta…assim se vence [...]
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Justiça é retribuir, a cada qual, segundo seus méritos.
E não retribuir, igualmente, a gênios e medíocres, heróis e pusilânimes, homens beneméritos ou egoistarrões.
Plinio Corrêa de Oliveira, Folha de São Paulo, 19-12-77
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Se não temos o hábito de execrar o mal e de admirar o bem relacionado com a criação, com Deus, as graças morrem.
Elas ficam como uma planta exótica num clima psicológico que não lhe é próprio.
Plinio Corrêa de Oliveira, 17/03/1974
(ilustração: gravura de São Pio [...]
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Há um estímulo que a carência dos seres inferiores dá — à abundância dos superiores –, para que estes desdobrem de dentro de si mesmos as sinfonias naturais que eles contêm e cantem o cântico para suprir as carências dos inferiores.
Plinio Corrêa de Oliveira, [...]
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Se um homem soube durante toda a vida crescer, não só em experiência, mas em penetração de espírito, em bom senso, em sabedoria, sua mente adquirirá na velhice um esplendor e uma nobreza que transluzirá em sua face e será a verdadeira beleza de [...]
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A astúcia é um requinte da prudência.
É o modo pelo qual se mantem todo o silêncio e se empregam todos os disfarces lícitos e necessários para se chegar a um fim.
Plinio Corrêa de Oliveira, Catolicismo, 37, janeiro 1954
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