Amor de Mãe
A mãe ama seu filho quando é bom. Não o ama, porém, só por ser bom. Ama-o ainda quando mau.
Ama-o simplesmente por ser seu filho, carne de sua carne e sangue de seu sangue.
Ama-o generosamente, e até sem nenhuma retribuição. Ama-o no berço, quando ainda não tem capacidade de merecer o amor que lhe é dado.
Ama-o ao longo da existência, ainda que ele suba ao fastígio da felicidade ou da glória, ou role pelos abismos do infortúnio e até do crime.
É seu filho e está tudo dito.
Plinio Corrêa de Oliveira – (18/12/1968)
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