O homem que amou o sublime a vida inteira e procurou conhecê-lo, percebê-lo, admirá-lo em tudo, como o sol de sua vida, enfim, seria sublime e teria todas as bem-aventuranças, e seria levado a ter episódios sublimes! Porque quem ama a sublimidade, nele a [...]
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As palavras têm uma certa vida, não necessariamente colada ao sentido delas.
Têm uma certa sonoridade por onde elas musicalmente dizem algo que coincide com o sentido que elas têm.
Plinio Corrêa de Oliveira, 28/05/1988
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Para terem uma ideia do que é a eternidade, imaginem um pássaro que, de cem em cem anos, passasse uma vez pelo Pão de Açúcar e roçasse com o bico aquela montanha, de maneira a retirar um pouquinho de farelo. Quantos séculos levaria esse [...]
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Quem quisesse ver a Igreja compendiada ou espelhada cabalmente no coração de qualquer de seus Santos, Doutores ou Pontífices, erraria. Ela não se deixa conter em nenhuma das múltiplas manifestações de sua fecundidade sobrenatural.
Seu espírito não está só no recolhimento dos anacoretas, na sabedoria [...]
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É muito mais bonito subir até o alto do Gólgota carregando a própria cruz, do que subir até as estrelas.
É ao mesmo tempo mais real e incomparavelmente mais nobre, mais verdadeiro e mais santo.
Plinio Corrêa de Oliveira, 07/06/1991
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O medíocre é o que desistiu do imprevisível e do irrealizável.
Plinio Corrêa de Oliveira, 4/5/88
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Quando proporciona ao indivíduo uma abundância de sensações desproporcionadas com a capacidade simbólica que ele tem, o luxo é um mal.
Plinio Corrêa de Oliveira, 4/5/1988
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O sofrimento era alguma coisa tão ligada à vida dela e a todo o ser dela, que eu em pequeno, às vezes, notava que ela estava sofrendo, percebia que era um sofrimento, mas não sabia por que é que era.
Ficava assim olhando para ela [...]
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O mal que a Renascença pagã fez às almas foi difundir pela arte um estado de espírito impalpável, mas contagioso, capaz de contradizer, discretamente, todas as ideias da Igreja sobre perfeição moral.
Plinio Corrêa de Oliveira, in “Catolicismo” – janeiro de 1957
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A coragem é pacífica. O homem corajoso tem paz porque resolveu correr o risco e, portanto, enfrenta o perigo movido pela deliberação que tomou.
A coragem supõe uma luta contínua contra o medo. Porque o corajoso não é aquele que não tem medo. Quem não [...]
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