O código perfeito da conduta humana está nos dez mandamentos da lei de Deus.
Plinio Corrêa de Oliveira, Folha de São Paulo, 05.04.70
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A paz é a tranquilidade da ordem, dizia Santo Agostinho.
A profunda degustação da paz de Cristo no Reino de Cristo faz do homem reto um batalhador.
Esta é a razão porque fazemos tantos sacrifícios pela Civilização Cristã e pela Santa Igreja Católica: é que nós [...]
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A mãe ama seu filho quando é bom. Não o ama, porém, só por ser bom. Ama-o ainda quando mau.
Ama-o simplesmente por ser seu filho, carne de sua carne e sangue de seu sangue.
Ama-o generosamente, e até sem nenhuma retribuição. Ama-o no berço, quando [...]
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Justiça é retribuir a cada qual segundo seus méritos. E não retribuir igualmente a gênios e medíocres, heróis e pusilânimes, homens beneméritos e egoistarrões.
Plinio Corrêa de Oliveira, Folha de São Paulo, 19-12-77
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Por maiores que sejam as dificuldades, espirituais ou temporais, que devemos enfrentar em nossa vida, a atitude constante que nos cumpre ter diante delas é a de uma confiança incondicional em Nossa Senhora.
Na certeza desse socorro materno encontramos a coragem para fazermos face a [...]
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Sublimidade é o “pulchrum” acompanhado do heroísmo! Ou seja, acompanhada do holocausto.
Holocausto, que é duplo: ou é o holocausto da vítima que se deixa destruir, ou o holocausto daquele que chega até o mais último extremo do esforço humano para conseguir uma determinada coisa!
Plinio Corrêa [...]
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As almas verdadeiramente nobres nunca se satisfazem com os panoramas intermediários. Elas sempre querem diretamente tudo. Não é simplesmente desejar algo a mais. É desejar tudo!
Plinio Corrêa de Oliveira, 26-05-1988
(ilustração: gravura de São Domingos Sávio)
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O medíocre é o que desistiu do imprevisível e do irrealizável.
Plinio Corrêa de Oliveira, 4/5/88
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O mal que a Renascença pagã fez às almas foi difundir pela arte um estado de espírito impalpável, mas contagioso, capaz de contradizer, discretamente, todas as ideias da Igreja sobre perfeição moral.
Plinio Corrêa de Oliveira, in “Catolicismo” – janeiro de 1957
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Justiça é retribuir, a cada qual, segundo seus méritos.
E não retribuir, igualmente, a gênios e medíocres, heróis e pusilânimes, homens beneméritos ou egoistarrões.
Plinio Corrêa de Oliveira, Folha de São Paulo, 19-12-77
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