Justiça é retribuir a cada qual segundo seus méritos. E não retribuir igualmente a gênios e medíocres, heróis e pusilânimes, homens beneméritos e egoistarrões.
Plinio Corrêa de Oliveira, Folha de São Paulo, 19-12-77
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Jesus recebe a todos
Quis a Providência que o Menino Jesus recebesse a visita de três sábios — que, segundo uma venerável tradição, eram também reis — e alguns pastores. Dois extremos da escala humana de valores. A graça divina, que chamou para junto da [...]
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Essa é a famosa imagem de ferro de São Pedro, antiquíssima, datada ainda do tempo anterior à Idade Média, que todos os fiéis vem beijar.
Estava na velha Basílica de São Pedro. Quando a Basílica foi destruída para dar origem à construção desta, a imagem [...]
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O que é uma pessoa venerável? É aquela dotada de uma especial profundidade de espírito adquirida pelo estudo, pela experiência, pela meditação; que possui uma têmpera, uma constância e uma força de vontade incomuns, por onde, mesmo em circunstâncias adversas, com sacrifício de sua [...]
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A beleza do sofrimento do sofrimento bem aceito, e do sofrimento bem aceito quer dizer:
Sofrimento que eu recebo e contra o qual eu arco o meu peito, não vergo e percebo a beleza de minha reação dentro do sofrimento.
Plinio Corrêa de Oliveira (19/6/95)
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O “Pulchrum” é o filho santo, nascido das castas núpcias entre a Verdade e o Bem.
Perguntar se a ordem temporal tem algum papel na salvação equivale a indagar se toda aquela obra que Deus fez em sete dias interessa à salvação.
Quando o homem se [...]
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O mal que a Renascença pagã fez às almas foi difundir pela arte um estado de espírito impalpável, mas contagioso, capaz de contradizer, discretamente, todas as ideias da Igreja sobre perfeição moral.
Plinio Corrêa de Oliveira, in “Catolicismo” – janeiro de 1957
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A verdadeira virtude consiste em que a gente saiba o que é essa virtude, tenha entusiasmo por ela e deteste o vício oposto. E, então, por causa disso, a pessoa tem coragem de praticar a virtude.
A prática da virtude, portanto, provém de uma coisa anterior: [...]
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O progresso, propriamente dito, apareceu com a Civilização Católica.
Foi uma mobilidade, uma elasticidade, uma vitalidade que a sociedade humana tomou batizando-se, e que lhe deu exatamente a possibilidade de modificação que nós notamos na melhor parte da História católica.
A sucessão deve ser feita de [...]
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A astúcia é um requinte da prudência.
É o modo pelo qual se mantem todo o silêncio e se empregam todos os disfarces lícitos e necessários para se chegar a um fim.
Plinio Corrêa de Oliveira, Catolicismo, 37, janeiro 1954
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