O medíocre é aquele que desistiu do imprevisível e do irrealizável.
Plinio Corrêa de Oliveira, 4/5/88
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Se uma pessoa levar uma vida tranquila, com muita elevação de alma e com todas as tendências para o maravilhoso e para o sobrenatural muito acesas, ela recebe um bem estar, uma acomodação agradável que faz com que as coisas comuns da vida, as [...]
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Na Idade Média, a moda consistia em imitar os mais perfeitos.
E, bem no centro desse universo, que é um convite contínuo à admiração, há a ordem sobrenatural, a Igreja Católica, Apostólica, Romana, na qual isso também se verifica.
Nas menores coisas da Igreja Católica, se [...]
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Em sua infinita benevolência, Deus adornou certos vales com uma doçura especial, cuja amenidade e poesia contrastam com a majestade e o agreste das montanhas que os circundam.
Neles, a prodigalidade divina dispôs que as flores se apresentassem com rara e envolvente beleza, superando em [...]
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Uma alma “angeliforme”, ou seja, consoante com seu Anjo da Guarda, é aquela que, em cada circunstância, procura o que há de mais elevado, e vive à procura do mais elevado.
Plinio Corrêa de Oliveira (Extraído de conferência de 6/12/1980)
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As almas verdadeiramente nobres nunca se satisfazem com os panoramas intermediários. Elas sempre querem diretamente tudo. Não é simplesmente desejar algo a mais. É desejar tudo!
Plinio Corrêa de Oliveira, 26-05-1988
(ilustração: gravura de São Domingos Sávio)
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Houve um rombo no Colégio Apostólico, o mais doloroso da História: um Apóstolo traiu. O lugar ficava vazio e era preciso alguém que, por suas virtudes, reparasse junto à justiça divina o mal feito por Judas, tivesse de admirável tudo quanto Judas teve de [...]
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O verdadeiro progresso não é destruir, mas somar; não é romper, mas continuar para o alto.
Plinio Corrêa de Oliveira, Folha de São Paulo, 12.03.69
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A virtude da pureza
A pureza é uma virtude que é a abstenção dos prazeres proibidos. Especificamente, dos prazeres proibidos da carne.
É o privar-se desses prazeres, inteiramente, honestamente, de maneira que não se tenha não só um mau ato, mas não se tenha uma má [...]
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A gente fica com alegria de ser ancião, porque toca com as mãos nas paredes do Céu!
Plinio Corrêa de Oliveira, 18/6/1988
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