Para terem uma ideia do que é a eternidade, imaginem um pássaro que, de cem em cem anos, passasse uma vez pelo Pão de Açúcar e roçasse com o bico aquela montanha, de maneira a retirar um pouquinho de farelo. Quantos séculos levaria esse [...]
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Então vamos analisar o tema detidamente, para compreendermos como esses dois elementos aparentemente opostos, o entusiasmo e o raciocínio, podem conviver numa mesma alma.
Começo por um exemplo que está ao alcance de todos os presentes neste auditório. A Rua Alagoas, onde moro, desce até [...]
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Sublimidade é o “pulchrum” acompanhado do heroísmo! Ou seja, acompanhada do holocausto.
Holocausto, que é duplo: ou é o holocausto da vítima que se deixa destruir, ou o holocausto daquele que chega até o mais último extremo do esforço humano para conseguir uma determinada coisa!
Plinio Corrêa [...]
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Deus, para atender a gloriosa intercessão de Nossa Senhora – que nunca deixou de ser atendida – como quê passa a borracha sobre o plano escrito a lápis da História, e deixa Nossa Senhora traçar a ouro o plano verdadeiro.
Plinio Corrêa de Oliveira (15/0/1982)
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O paraquedista e o homem que faz um trabalho raciocinado
Dir-se-ia que o entusiasmo é contrário à lógica, pois um homem entusiasmado não tem vontade de parar para refletir. Imaginem, por exemplo, um indivíduo que saltou de paraquedas a dois mil metros de altitude; ele [...]
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Cada desdém que recebemos, cada injúria, cada desatenção será, como que, uma condecoração a mais que levaremos ao Céu.
Será um grau de luzimento a mais que carregaremos.
Plinio Corrêa de Oliveira, 7-9-83
Nós não devemos fugir do sofrimento como de um espantalho ou de um fantasma.
Devemos [...]
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A astúcia é um requinte da prudência.
É o modo pelo qual se mantem todo o silêncio e se empregam todos os disfarces lícitos e necessários para se chegar a um fim.
Plinio Corrêa de Oliveira, Catolicismo, 37, janeiro 1954
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A estabilidade não é a imobilidade, mas a mobilidade na mesma rota.
A tradição é a estabilidade móvel na mesma rota.
Plinio Corrêa de Oliveira, (15/09/1987)
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Devemos procurar, em nossa existência terrena, as almas honestas, conhecê-las, amá-las e saber discernir nelas o esplendor do bem.
Devemos nos alegrar com essa bondade, até mesmo comparando-a e contrastando-a com o que há de mal em torno dela.
Devemos ter genuíno comprazimento ao ver que [...]
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Quando proporciona ao indivíduo uma abundância de sensações desproporcionadas com a capacidade simbólica que ele tem, o luxo é um mal.
Plinio Corrêa de Oliveira, 4/5/1988
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