Por uma antiga tradição familiar, na Sexta-Feira Santa, às três horas da tarde, quando se celebra a morte de Nosso Senhor Jesus Cristo no alto do Calvário, mamãe se reunia em casa com suas irmãs, acompanhadas de seus respectivos filhos.
Dona Lucilia tinha um crucifixo, [...]
Leia mais
Quando se tratava de algo péssimo em vias de realizar-se, e cujo curso ela podia tolher, Dona Lucilia levantava o corpo todo, punha o pescoço alto, seus olhos se tornavam fogosos e ela falava olhando de cima, começando num tom de voz fino que [...]
Leia mais
Para Dona Lucilia, o convívio harmonioso, em função de Deus, representava uma condição indispensável para a felicidade. Considerar um futuro onde isso não estivesse presente seria como olhar para o horizonte em que o Sol declina e se vai fazendo noite.
Os presentes neste auditório [...]
Leia mais
A Revolução ensina um sofisma infame, afirmando que quanto mais respeitamos uma pessoa superior a nós, tanto mais devemos temê-la, porque ela a qualquer momento abusará de sua autoridade para nos impor algo dolorido e injusto. O convívio entre Dona Lucilia e Dr. Plinio, [...]
Leia mais
Em Dona Lucilia havia uma apetência de espírito para o sobrenatural, porque ela queria ter sua principal relação com Deus, e todos os outros afetos dela eram decorrentes desse primeiro afeto. No fundo, quem ela mais amava era Nosso Senhor Jesus Cristo. A bondade [...]
Leia mais
Mamãe sabia, como poucos, entreter uma criança. Formada segundo padrões dos antigos tempos, ela conhecia o meio de preservar a candura na alma dos pequenos, não porém mantendo-os na infantilidade, mas educando-os numa inocência amadurecedora.
A vida dos adultos apresentada com elevação de vistas
Como ela [...]
Leia mais
Em reconhecimento à bondosa intercessão de Dona Lucilia junto a Jesus e Maria, um dos discípulos de Dr. Plinio procurou retratá-la em pintura a óleo, com base nas últimas fotografias dela. O “Quadrinho” — como ficou conhecido — foi entregue a Dr. Plinio numa [...]
Leia mais
Mamãe ensinou-me a amar a Santa Igreja!”
Com estas palavras, entrecortadas por um copioso pranto, Dr. Plinio, poucos instantes depois de Dona Lucilia exalar seu último suspiro, no dia 21 de abril de 1968, fez-lhe a sua primeira homenagem póstuma. De fato, que maior elogio [...]
Leia mais
A ação de presença de Dona Lucilia não era invasora e conquistadora, mas muito suave. Dr. Plinio sentia muito a sua presença no apartamento em que ela residiu por longo tempo, na Rua Alagoas. Quando ele ia ao seu escritório e se sentava numa [...]
Leia mais
Dona Lucilia possuía a alegria escachoante de dar. Seu gáudio consistia em ver o beneficiado alegrar-se, mesmo se não tivesse relação com ela. Esse era seu traço distintivo por onde ela era pouco compreendida. É uma intercessora adequada para construir a arquitetura da vida [...]
Leia mais
Deixe uma resposta