Se um homem soube durante toda a vida crescer, não só em experiência, mas em penetração de espírito, em bom senso, em sabedoria, sua mente adquirirá na velhice um esplendor e uma nobreza que transluzirá em sua face e será a verdadeira beleza de [...]
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Justiça é retribuir, a cada qual, segundo seus méritos.
E não retribuir, igualmente, a gênios e medíocres, heróis e pusilânimes, homens beneméritos ou egoistarrões.
Plinio Corrêa de Oliveira, Folha de São Paulo, 19-12-77
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O Profeta Jeremias foi aquele que mais chorou a queda de Jerusalém e, profeticamente, a Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. Neste sentido, é um dos profetas mais cheios de tristeza e de lamentações. Foi o profeta das lágrimas que melhor profetizou [...]
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Nosso Senhor caminhou para a Cruz como um rei caminharia para o trono no dia de sua coroação.
A dor de encontro à qual a gente caminha com o passo firme.. de algum modo diminui. A dor da qual a gente foge, vai crescendo à [...]
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Todo homem é grande, desde que seja fiel.
Não há coisa que se pague com um preço mais caro do que a grandeza! E ela não seria grandeza se fosse possível a ter sem ser um crucificado, pois grande não é o que tem grandes [...]
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O gosto pelo que é admirável abre o caminho para Deus. Quem não tem admiração não é capaz do amor de Deus.
Esse é um ponto fundamental para a vida espiritual.
Plinio Corrêa de Oliveira, 19-08-1994
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Os grandes homens não são aqueles que desprezam as coisas pequenas ou que só se interessam pelas grandes.
São aqueles que vêem grandes horizontes nas coisas pequenas.
(Plinio Corrêa de Oliveira, 3 de fevereiro de 1988)
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Houve um rombo no Colégio Apostólico, o mais doloroso da História: um Apóstolo traiu. O lugar ficava vazio e era preciso alguém que, por suas virtudes, reparasse junto à justiça divina o mal feito por Judas, tivesse de admirável tudo quanto Judas teve de [...]
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Se não temos o hábito de execrar o mal e de admirar o bem relacionado com a criação, com Deus, as graças morrem.
Elas ficam como uma planta exótica num clima psicológico que não lhe é próprio.
Plinio Corrêa de Oliveira, 17/03/1974
(ilustração: gravura de São Pio [...]
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A astúcia é um requinte da prudência.
É o modo pelo qual se mantem todo o silêncio e se empregam todos os disfarces lícitos e necessários para se chegar a um fim.
Plinio Corrêa de Oliveira, Catolicismo, 37, janeiro 1954
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