Cortesia: musicalidade das relações humanas
A cortesia é a perfeita relação que passa por cima do abismo que há de homem para homem. Essa força que liga este abismo chama-se amor fraterno católico. A cortesia é o lado cheio de respeito, distinção e afeto que [...]
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O gráfico verdadeiro dos Anjos não seria uma pirâmide que encosta sua base noutra pirâmide e assim por diante. A perspectiva seria um fio de linha luminoso de puros espíritos que chegariam até o lugar aonde ninguém chega, nem eles mesmos: o trono de [...]
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As almas verdadeiramente nobres nunca se satisfazem com os panoramas intermediários. Elas sempre querem diretamente tudo. Não é simplesmente desejar algo a mais. É desejar tudo!
Plinio Corrêa de Oliveira, 26-05-1988
(ilustração: gravura de São Domingos Sávio)
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O substrato mais profundo da retidão de alma é o gosto de admirar.
O homem que passa a vida procurando admirar, amar e servir a virtude e a santidade encontra nisto o seu prazer e a sua alegria. Assim, ele sente mais deleite em estar [...]
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O “Ancien Regime” foi a última pétala de Idade Média.
Esmagada, mas que exala mais perfume do que a folha intacta.
Plinio Corrêa de Oliveira, em Catolicismo n. 46 – outubro de 1954
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Sublimidade é o “pulchrum” acompanhado do heroísmo! Ou seja, acompanhada do holocausto.
Holocausto, que é duplo: ou é o holocausto da vítima que se deixa destruir, ou o holocausto daquele que chega até o mais último extremo do esforço humano para conseguir uma determinada coisa!
Plinio Corrêa [...]
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Viver não é comer, beber e dormir, passear, vegetar. Viver é sentir saudades dos píncaros.
Para considerarmos bem as coisas do Céu, precisamos observar as coisas da Terra, criadas por Deus à maneira do Céu. Antes de tudo a Igreja Católica e depois os vários [...]
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Quando proporciona ao indivíduo uma abundância de sensações desproporcionadas com a capacidade simbólica que ele tem, o luxo é um mal.
Plinio Corrêa de Oliveira, 4/5/1988
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A Cristandade é a sociedade temporal vivendo com reluzimentos divinos.
Plinio Corrêa de Oliveira, 04/05/1988
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Vitral e a plenitude
Vitral representa uma tal síntese, sempre prodigiosamente equilibrada, de cores diversas e desconcertantes, que temos neles todas as variedades, todas as formosuras que nunca cansam, dentro de uma unidade harmoniosa, sossegada, tranquila, passando-nos uma agradável sensação de plenitude.
Plinio Corrêa de Oliveira, [...]
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